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Magic City é indicado ao Prêmio Reclame Aqui pela quarta vez

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Parque aquático concorre na categoria Turismo e Lazer da premiação que
reconhece empresas com bom atendimento ao consumidor

Pela quarta vez, o complexo de lazer Magic City, localizado em Suzano – SP,
está entre as empresas finalistas da 12a edição do Prêmio Reclame AQUI, na
categoria Turismo e Lazer. Esta é a maior premiação de atendimento do Brasil e reconhece as empresas que melhor atendem os consumidores.

Foram três indicações consecutivas nos últimos anos, consolidando o Magic City entre grandes nomes do turismo nacional.
“A experiência positiva e o encantamento do nosso visitante é um dos nossos pilares no atendimento. Por isso, prezamos em ouví-lo e tratá-lo com muita empatia, para que ele sinta que o Magic City se importa verdadeiramente com a sua experiência.”, comenta Amanda Correia, responsável pelo atendimento ao cliente do Magic City. “Nossa missão é colocar um sorriso no rosto de cada pessoa. A indicação ao Prêmio Reclame Aqui nestes últimos três anos mostra que estamos no caminho certo!”, reforça Amanda.

As empresas vencedoras serão eleitas através de um sistema de pontos que considera a reputação da instituição na plataforma e também o voto popular.

Os consumidores votam em suas empresas favoritas entre 165 categorias divididas por segmentos de atuação. A votação online acontece entre 1o de setembro e 18 de novembro de 2022. A divulgação das campeãs será na festa de premiação do Reclame Aqui que acontecerá no dia 05 de dezembro de 2022.

Serviço
http://magiccity.com.br
Informações:
Parque – (11) 4746-5803
Pousadas – (11) 4746-5805
Facebook
https://www.facebook.com/magiccityoficial/
Instagram
https://www.instagram.com/magiccitybr/
Endereço:
Acesso pelo Km 58,5 da Rodovia Índio Tibiriçá, Suzano/SP

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Economia

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial.

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A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.

Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.

 

 Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais

A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.

Características da anistia ampla

  • Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
  • Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
  • Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
  • Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.

No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.

Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.

📣 O que dizem os especialistas?

Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.

 

Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos

A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.

Características da anistia restrita

  • Só perdoa crimes selecionados pela lei.
  • Normalmente exclui crimes graves, como:
    • tortura
    • homicídio qualificado
    • estupro
    • terrorismo
  • Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.

Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.

🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?

Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.

 

 A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”

A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:

Caminho 1: pacificação rápida

  • O foco é “virar a página”.
  • Evita conflitos e tensões institucionais.
  • Tende à anistia ampla.

Caminho 2: justiça e responsabilização

  • O foco é esclarecer o passado.
  • Exige investigação e reconhecimento de erros.
  • Tende à anistia restrita.

No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.

 

 

Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”

Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”

 

Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
  • 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
  • Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
  • Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.

 

 Conclusão

Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.

O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.

 

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Desfiles de carnaval do CCBB Bloco, organizado pelo CCBB Educativo – Lugares de Culturas, começam nesta quinta-feira, dia 8

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Nesta quinta-feira, dia 8, estreia no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro o CCBB Bloco, com animada programação de carnaval. Serão cinco desfiles com muito samba, maracatu, afoxé e frevo. Organizados e produzidos inteiramente pela equipe do CCBB Educativo – Lugares de Culturas, os desfiles acontecerão sempre às 13h. Além da quinta, dia 8, haverá na sexta-feira, dias 9; quarta-feira, 14; quinta-feira, 15 e sexta-feira, 16 de fevereiro. A atividade gratuita acontece no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (Rua Primeiro de Março, 66).

 

Além do carnaval, segue a programação regular e nos sábados, dias 10 e 24 de fevereiro, às 13 horas, o destaque é a atividade a Hora do Conto – Patrimônio Histórias de Memórias, que apresenta histórias da cultura popular e da literatura universal. Os educadores que as apresentam, por vezes, são acompanhados de instrumentos musicais e bonecos. A proposta é viver experiências a partir da ficção, já que as histórias são capazes de nos levar para lugares distantes, para conhecer outras culturas e visões de mundo.

 

As visitas mediadas à exposição Década dos Oceanos — I Mostra Nacional de Criptoarte acontecem às segundas e quintas às 11h, 16h e 18h; às quarta e sextas, às 11h e 16h; nos sábados e domingos às 10h e 18h. O evento propõe um espaço para o debate sobre as novas fronteiras da arte contemporânea e apresenta a primeira geração brasileira de artistas digitais que usam a plataforma blockchain para validação da sua produção.

 

De acordo com os organizadores, a experiência imersiva reúne criatividade, sustentabilidade e inovação. É uma atividade que se alinha com a iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) em favor dos oceanos. Deste modo, promove reflexões sobre o mundo contemporâneo e o futuro em um planeta ecossistêmico, interdependente, hiper conectado e altamente tecnológico, porém com grandes desafios de coexistência e sustentabilidade. 

 

Já a Visita Teatralizada é uma atividade que interage com o público, convidado a passear e conhecer as instalações do prédio inaugurado no centro da cidade em 1906, como sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, em que hoje está instalado o CCBB RJ. Os atores se apresentam vestidos com figurinos de época para contar a história. Os detalhes artísticos e arquitetônicos da construção são apresentados aos visitantes, que percorrerão o prédio adquirido pelo Banco do Brasil para ser sua sede na década de 1920. Em 1960, o edifício passou a ser a Agência Centro e, posteriormente, a Agência Primeiro de Março. A visita conta com intérprete de Libras e ocorre todas as sextas, às 13h.

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Carnaval: Cortejinho é programa garantido no CCBB Rio

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Quem quiser fazer um aprendizado intensivo para botar o bloco na rua ainda neste carnaval de 2024 pode aproveitar a atividade “Cortejinho por um dia”, organizada pelo CCBB Educativo – Lugares de Culturas. No sábado, 03/02 a partir das 15h, os interessados, dos 6 aos 12 anos de idade, poderão participar de oficinas de percussão e de percepção musical, além de conhecerem a história dos ritmos afro indígenas brasileiros e informações sobre como criar um bloco.

 

À frente da atividade estará o grupo Cortejinho, formado por três experientes músicos do carnaval de rua carioca. Carol Passarinha participa da banda Fanfarrinha, da Orquestra Circônica e dos blocos Mini Seres do Mar e Bésame Mucho, atua como como surdista, perna-de-pau e/ou brincante.

 

Yuri Mello: músico e pedagogo. É regente e compõe o naipe de ritmistas do Bloco Bésame Mucho, além de tocar caixa na banda Os Biquínis de Ogodô Convidam as Sungas de Odara. É ainda guitarrista e vocalista da banda Reggae a Semente e do bloco Comboio Percussivo, ambos de Brasília/DF.

 

Já Zeza Barral é ritmista e performer dos blocos Bésame Mucho e Os Biquínis de Ogodô convidam as Sungas de Odara.

 

A atividade gratuita acontece no CCBB Rio fica na Rua Primeiro de Março, 66 no Centro.

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