Entretenimento
Dia das Mães: restaurante paraense em São Paulo é opção para celebrar a data
O Amazônia Soul na vila mariana possui opções para comer no restaurante e delivery.
No próximo domingo (08), é comemorado o Dia das Mães, e para celebrar a data, que tal levar sua mãe em um restaurante diferente? A opção é o paraense, Amazônia Soul.
O restaurante abriu as portas em São Paulo em 2018, e possui decoração com obras de artistas manauaras e paraenses. São quadros indígenas, remos, louças do marajó, banhos de cheiro e objetos do famoso Mercado Ver-o-Peso de Belém do Pará.
Especializado em peixes, o Amazônia Soul, oferece os melhores pescados da região norte, dentre eles: pirarucu, filhote, dourada e tambaqui, em versões assadas, ensopadas e moqueca.
Na casa sua mãe também pode provar o famoso tacacá, (um caldo feito com tucupi, camarão e jambu), maniçoba (famosa feijoada paraense) e o açaí puro e 100% orgânico, este com certeza vai surpreender, já que é completamente diferente do açaí que é comercializado na cidade de São Paulo.
Após o almoço ainda é possível fazer compras, o restaurante disponibiliza de um empório, com produtos do norte, são farinhas, pimentas, molhos, sorvetes de frutas da região e ingredientes para o preparo das iguarias paraenses.
Com cardápio fixo, o restaurante faz entregas para até 7 km ou retirada no local. Entre as sugestões estão; Moqueca de filhote (R$ 67,90), Dourada Frita (R$ 59,90), Pirarucu de Casaca (R$ 65,90), filhote no tucupi (R$ 69,90), pirarucu na chapa (R$ 67,90), pirarucu amazônico (R$ 67,90) e costela de tambaqui frito (R$ 64,90), todos os pratos possuem acompanhamentos e estão disponíveis para consumo no restaurante e no delivery.
Cardápio completo: https://www.goomer.app/
Pedidos pelo Whatsapp. (11) 5083-4046 Instagram: @amazoniasoulsp. Retirada: R. Áurea, 361, Vila Mariana. Atendimento de mesa: Ter a Sáb: 12h às 22h. Dom: 12h às 18h. Delivery: Ter a Sáb: 12h às 21:30. Dom: 12h às 17h30.
Economia
Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial.
A anistia é um instrumento jurídico que permite ao Estado perdoar determinados crimes, extinguindo a punibilidade ou impedindo que o autor seja responsabilizado. Geralmente, esse tipo de medida é utilizado em contextos políticos — períodos de transição democrática, tensões sociais, conflitos internos ou momentos de grande polarização.
Para especialistas, a anistia cumpre uma função importante para reconstrução institucional, mas também pode gerar debate por seus limites e consequências.
Anistia Ampla: um perdão sem fronteiras legais
A anistia ampla é aquela que atua de forma abrangente, “cobrindo” a maioria — ou até a totalidade — dos envolvidos em um período de conflito político ou social. Ela não diferencia autorias, motivações ou tratamentos.
Características da anistia ampla
- Abrange quase todos os crimes cometidos em um contexto específico.
- Beneficia tanto opositores políticos quanto agentes estatais.
- Pode incluir crimes graves, dependendo da lei aprovada.
- Normalmente é pensada como parte de um processo rápido de pacificação.
No Brasil, o exemplo mais conhecido é o da Lei de Anistia de 1979, promulgada durante o regime militar. Apesar de ter sido celebrada por permitir o retorno de exilados e libertar presos políticos, a lei também beneficiou agentes da repressão, gerando críticas que permanecem até hoje.
Especialistas em direitos humanos afirmam que a amplitude da medida acabou dificultando investigações sobre violações graves, como tortura e desaparecimentos forçados.
📣 O que dizem os especialistas?
Segundo juristas, a anistia ampla costuma “apagar” o passado de forma mais brusca, o que pode ajudar na restauração institucional, mas também impedir processos de reconciliação baseados no esclarecimento da verdade.
Anistia Restrita: limites e critérios mais rigorosos
A anistia restrita é diferente. Trata-se de uma forma de perdão mais controlada, aplicável a grupos específicos ou a certos tipos de delitos.
Características da anistia restrita
- Só perdoa crimes selecionados pela lei.
- Normalmente exclui crimes graves, como:
- tortura
- homicídio qualificado
- estupro
- terrorismo
- Pode exigir critérios como reparação, colaboração com a Justiça ou confissão.
Esse modelo busca equilibrar o desejo de pacificação com a necessidade de responsabilização, evitando que pessoas envolvidas em crimes graves fiquem impunes.
🧭 Quando a anistia restrita é aplicada?
Em processos de transição democrática de diversos países — como Chile, Argentina e África do Sul — modalidades de anistia restrita foram utilizadas junto a comissões de verdade, permitindo que o país avançasse sem abrir mão da memória histórica.
A disputa entre o “esquecer” e o “lembrar”
A discussão entre anistia ampla e restrita não é apenas jurídica — ela representa um choque entre dois caminhos políticos:
Caminho 1: pacificação rápida
- O foco é “virar a página”.
- Evita conflitos e tensões institucionais.
- Tende à anistia ampla.
Caminho 2: justiça e responsabilização
- O foco é esclarecer o passado.
- Exige investigação e reconhecimento de erros.
- Tende à anistia restrita.
No Brasil, as disputas sobre qual modelo é mais adequado costumam refletir o clima político de cada época. Em momentos de polarização, o debate volta com força.
Maria Helena Duarte, professora de Direito Constitucional:
“Toda anistia é um ato político. A diferença está no grau de responsabilidade que a sociedade está disposta a assumir sobre seu próprio passado.”
Rafael Motta, pesquisador de Direitos Humanos:
“A anistia ampla pode impedir que a sociedade compreenda a dimensão das violações cometidas. Já a restrita permite avançar com mais equilíbrio, sem apagar a necessidade de justiça.”
Linha do tempo resumida das anistias no Brasil
- 1979: Lei da Anistia — ampla, geral e irrestrita; marco do processo de abertura política.
- Anos 1990–2000: Debates sobre a revisão da lei, especialmente em casos de violações graves.
- Anos recentes: O tema ressurge em discussões políticas contemporâneas, reacendendo debates sobre responsabilidade e limites do perdão estatal.
Conclusão
Compreender a diferença entre anistia ampla e restrita é essencial para entender como o Brasil — e qualquer sociedade — lida com períodos de conflito e transição. Enquanto a anistia ampla busca pacificação imediata, a restrita tenta equilibrar perdão e justiça, preservando a memória coletiva.
O debate permanece vivo, e sua evolução depende tanto do ambiente político quanto da capacidade do país de refletir sobre seu passado sem medo de encarar as próprias contradições.
Entretenimento
Desfiles de carnaval do CCBB Bloco, organizado pelo CCBB Educativo – Lugares de Culturas, começam nesta quinta-feira, dia 8
Nesta quinta-feira, dia 8, estreia no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro o CCBB Bloco, com animada programação de carnaval. Serão cinco desfiles com muito samba, maracatu, afoxé e frevo. Organizados e produzidos inteiramente pela equipe do CCBB Educativo – Lugares de Culturas, os desfiles acontecerão sempre às 13h. Além da quinta, dia 8, haverá na sexta-feira, dias 9; quarta-feira, 14; quinta-feira, 15 e sexta-feira, 16 de fevereiro. A atividade gratuita acontece no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (Rua Primeiro de Março, 66).
Além do carnaval, segue a programação regular e nos sábados, dias 10 e 24 de fevereiro, às 13 horas, o destaque é a atividade a Hora do Conto – Patrimônio Histórias de Memórias, que apresenta histórias da cultura popular e da literatura universal. Os educadores que as apresentam, por vezes, são acompanhados de instrumentos musicais e bonecos. A proposta é viver experiências a partir da ficção, já que as histórias são capazes de nos levar para lugares distantes, para conhecer outras culturas e visões de mundo.
As visitas mediadas à exposição Década dos Oceanos — I Mostra Nacional de Criptoarte acontecem às segundas e quintas às 11h, 16h e 18h; às quarta e sextas, às 11h e 16h; nos sábados e domingos às 10h e 18h. O evento propõe um espaço para o debate sobre as novas fronteiras da arte contemporânea e apresenta a primeira geração brasileira de artistas digitais que usam a plataforma blockchain para validação da sua produção.
De acordo com os organizadores, a experiência imersiva reúne criatividade, sustentabilidade e inovação. É uma atividade que se alinha com a iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) em favor dos oceanos. Deste modo, promove reflexões sobre o mundo contemporâneo e o futuro em um planeta ecossistêmico, interdependente, hiper conectado e altamente tecnológico, porém com grandes desafios de coexistência e sustentabilidade.
Já a Visita Teatralizada é uma atividade que interage com o público, convidado a passear e conhecer as instalações do prédio inaugurado no centro da cidade em 1906, como sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, em que hoje está instalado o CCBB RJ. Os atores se apresentam vestidos com figurinos de época para contar a história. Os detalhes artísticos e arquitetônicos da construção são apresentados aos visitantes, que percorrerão o prédio adquirido pelo Banco do Brasil para ser sua sede na década de 1920. Em 1960, o edifício passou a ser a Agência Centro e, posteriormente, a Agência Primeiro de Março. A visita conta com intérprete de Libras e ocorre todas as sextas, às 13h.
Entretenimento
Carnaval: Cortejinho é programa garantido no CCBB Rio
Quem quiser fazer um aprendizado intensivo para botar o bloco na rua ainda neste carnaval de 2024 pode aproveitar a atividade “Cortejinho por um dia”, organizada pelo CCBB Educativo – Lugares de Culturas. No sábado, 03/02 a partir das 15h, os interessados, dos 6 aos 12 anos de idade, poderão participar de oficinas de percussão e de percepção musical, além de conhecerem a história dos ritmos afro indígenas brasileiros e informações sobre como criar um bloco.
À frente da atividade estará o grupo Cortejinho, formado por três experientes músicos do carnaval de rua carioca. Carol Passarinha participa da banda Fanfarrinha, da Orquestra Circônica e dos blocos Mini Seres do Mar e Bésame Mucho, atua como como surdista, perna-de-pau e/ou brincante.
Yuri Mello: músico e pedagogo. É regente e compõe o naipe de ritmistas do Bloco Bésame Mucho, além de tocar caixa na banda Os Biquínis de Ogodô Convidam as Sungas de Odara. É ainda guitarrista e vocalista da banda Reggae a Semente e do bloco Comboio Percussivo, ambos de Brasília/DF.
Já Zeza Barral é ritmista e performer dos blocos Bésame Mucho e Os Biquínis de Ogodô convidam as Sungas de Odara.
A atividade gratuita acontece no CCBB Rio fica na Rua Primeiro de Março, 66 no Centro.
