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Revenda de semijoias surge como opção para independência financeira

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De acordo com Átila Coelho Cabral, diretor executivo da Paramour, esse é um mercado que oferece grandes oportunidades para aqueles que buscam flexibilidade, crescimento profissional e uma renda permanente

O cenário comercial passou por profundas transformações, tornando a venda de produtos mais acessível e flexível do que nunca. Uma das oportunidades de negócios que tem se destacado nos últimos anos é a revenda de semijoias.

Esta atividade não só oferece a possibilidade de trabalhar sem sair de casa, graças ao auxílio das plataformas digitais, mas também representa uma excelente oportunidade para começar o próximo ano com uma fonte de renda permanente.

Vender esse tipo de artigo se tornou uma escolha popular para muitas pessoas que buscam uma forma flexível de ganhar dinheiro. Com a combinação de aplicativos de mensagens instantâneas, soluções de pagamento digital e uma variedade de produtos de qualidade, a revenda de semijoias se transformou em uma atividade comercial viável e atraente para qualquer pessoa.

Dados levantados pela Pnad – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio e divulgados pelo IBGE, apontam que, no Brasil, existem mais de 25,7 milhões de trabalhadores atuando de forma autônoma. Em relação ao ano de 2021, houve um crescimento de 4,7%.

De acordo com Átila Coelho Cabral, diretor executivo da Paramour, empresa que é referência quando se fala em peças de luxo acessíveis, uma das principais vantagens da revenda de semijoias é a facilidade de acesso ao mercado. “Ao contrário de outros tipos de produtos, esse tipo de peça têm um apelo universal. Elas são apreciadas por pessoas de todas as idades e estilos, tornando-se um produto versátil, que pode ser comercializado para uma ampla gama de clientes”, revela.

Flexibilidade nas vendas, no pagamento e no estilo de vida

A facilidade de visualizar catálogos de produtos repletos de variedade no design com apenas alguns cliques, permite que os revendedores escolham os produtos que atendam ao gosto de seus clientes. “Isso elimina a necessidade de investir em grandes estoques, tendo em vista que os pedidos são feitos sob demanda”, pontua.

Uma das maiores vantagens da revenda de semijoias é a flexibilidade em termos de horários e locais de trabalho. “Os revendedores podem trabalhar de casa, estabelecendo sua própria agenda de acordo com suas necessidades e compromissos pessoais. Isso é especialmente atraente para pais e mães que desejam passar mais tempo com seus filhos ou para pessoas que buscam uma segunda fonte de renda”, declara Átila.

O especialista acredita que a tecnologia desempenha um papel fundamental nessa flexibilidade. “Com a disponibilidade de aplicativos de mensagens instantâneas, é fácil para os revendedores se comunicarem com seus clientes, tirar dúvidas e fazer vendas a qualquer momento, sem a necessidade de um espaço físico de atendimento”, relata.

Outro aspecto que facilita a revenda desses artigos é a ampla disponibilidade de plataformas de pagamento digital. “Os revendedores podem receber de forma conveniente por meio de cartões de crédito, transferências bancárias e soluções como PIX. Isso torna o processo de venda mais seguro e eficiente para todos os envolvidos”, revela.

Comparado a outros tipos de negócios, a revenda de semijoias requer um investimento inicial relativamente baixo. “A Paramour, por exemplo, oferece kits de início que incluem uma variedade de produtos para que os revendedores possam começar imediatamente, permitindo que pessoas com orçamentos limitados entrem no negócio sem grandes despesas iniciais. É uma grande oportunidade para todos aqueles que buscam uma renda permanente e crescimento profissional”, finaliza.

Sobre a Paramour

A Paramour é uma empresa de semijoias que se destaca por seu foco nas pessoas e na capacitação de revendedoras, oferecendo produtos de qualidade superior enquanto ensina as pessoas a empreenderem no mercado de artigos de luxo acessíveis. Para mais informações, acesse https://paramour.com.br/ ou pelo Instagram @paramourbrasil

Sobre Átila Coelho Cabral

Formado em Ciências Econômicas, Átila enxergou um grande potencial de mercado de semijoias e começou a estudá-lo. Durante esse processo, percebeu que não havia empresas grandes o suficiente para representar uma barreira de entrada no setor. Além disso, identificou uma lacuna conceitual nas empresas existentes, que mantinham um foco excessivo nos produtos ao invés das pessoas. Com base nesse insight, desenvolveu um plano de negócios inovador e fundou a Paramour. Para mais informações, visite o Instagram em @atilacoelhocabral

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Saúde

“Meu Amigo Espírito Santo” foi o tema da 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias.

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Santa Maria, no Rio Grande do Sul, recebeu a 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias, que reuniu participantes de diferentes regiões do Brasil e também de outros países e contou com ministrações do apóstolo Joel Engel.

Realizado no Park Hotel Morotin, o encontro teve como foco a Pessoa do Espírito Santo, Sua atuação na vida do cristão e a importância de desenvolver um relacionamento com Ele. Durante as ministrações, o apóstolo Joel Engel conduziu os participantes em uma série de ensinamentos.

A proposta foi levar os presentes a compreender que o Espírito Santo não é apresentado apenas como uma manifestação ou experiência, mas como a presença de Deus que conduz, ensina e transforma a vida daqueles que buscam um relacionamento com Ele.

O profeta Joel Engel também enfatizou a importância de aprender a ouvir e reconhecer a voz do Espírito Santo. Ao longo dos dois dias de programação, realizados nos dias 12 e 13 de setembro, os participantes tiveram momentos de oração e adoração, buscando uma experiência profunda com Deus.

Relatos compartilhados durante o encontro destacaram momentos de renovação espiritual e de busca pela presença de Deus.

Muitos participantes também relataram ter sido cheios do Espírito Santo e vivenciado momentos de grande alegria. A mensagem central do encontro foi o incentivo a uma caminhada mais profunda de relacionamento e comunhão com o Espírito Santo.

Vídeo: https://youtu.be/VI6pyYybuVw

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Internacional

O estado de sítio.

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O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo

Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.

Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.

Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:

Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;

Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.

O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.

 

O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.

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Proptech pretende revolucionar vendas de propriedades agrícolas

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Empreendedora Geórgia Oliveira lança Chaozão para suprir falta de canais digitais do setor que já conta com mais de 6 mil propriedades, que vão de R$ 100 mil a R$ 4,50 bi

Primeira proptech especializada em anúncios de compra e venda de propriedades rurais, o portal Chaozão, já conta com os mais variados imóveis rurais que vão de R$ 100 mil a R$ 4,5 bilhões, um total de 6 mil propriedades. Ele nasce com a missão de utilizar a tecnologia para inovar e otimizar a dinâmica do mercado imobiliário do agro e foi criado para suprir a falta de canais digitais voltados especificamente para a compra, venda e arrendamento de fazendas, sítios, chácaras, ranchos e haras.

Criado por Geórgia Oliveira, que atuou por 17 anos em multinacionais de grande porte e mais de 14 anos no mercado imobiliário como executiva comercial e empreendedora. Ao longo de sua carreira, ela fez importantes alianças e parcerias de sucesso, que foram fundamentais para o resultado expressivo obtido no mercado imobiliário (urbano e rural) que somam mais de R$ 1 bilhão de VGV entre projetos desenvolvidos e vendas realizadas.

Agora Geórgia quer transformar o Chaozão em referência quando o assunto é imóvel rural. “Diferente do mercado tradicional, que é mais organizado e conta com grandes plataformas, no agro nunca houve um player que se tornasse referência neste aspecto. Se uma pessoa quer comprar uma casa é fácil, tem muitos portais especializados e anúncios disponíveis. Mas adquirir ou arrendar uma propriedade rural é bastante difícil dentro destas plataformas convencionais, pois as mesmas não foram feitas para o mercado rural”, diz.

Geórgia explica que comprar uma propriedade rural é bem diferente. Enquanto para adquirir uma casa ou apartamento é preciso informações como quantidade de quartos, se tem ou não suite, se aceita pet ou não, tamanho em metros quadrados, entre outros, para comprar uma fazenda são explorados aspectos bem distintos. Por exemplo, não se fala em metros quadrados e sim em alqueire ou hectare. A propriedade rural possui qual aptidão? Lavoura, pecuária, floresta? Se planta, planta o que, arroz, soja, milho? No portal, os dados aparecem de forma detalhada e organizada.

“Eu trabalho há anos no mercado imobiliário e foquei neste segmento. Vendo essa dor, que é a grande dificuldade de conectar quem está comprando com quem está vendendo, é que surgiu a ideia de criar o Chaozão, que foi concebido para ser justamente um ambiente tecnológico específico para o ramo. Somos uma agrotech, empresa de tecnologia voltada para o agro e ao mesmo tempo uma proptech voltada para o mercado imobiliário”. O Chaozão não é uma imobiliária e sim um portal onde não só empresas como também corretores e proprietários desse tipo de imóvel podem anunciar e também buscar propriedades.

Hoje, se um cliente de São Paulo quiser comprar uma fazenda no Tocantins, ele só conseguirá caso conheça alguém do meio ou da região. É um processo trabalhoso e dispendioso, que se tornará mais simples com o portal. A CEO do Chaozão explica que outra meta é transformar o portal em referência quando o assunto for estatísticas do segmento de imóveis rurais.

De acordo com ela, o Brasil conta com cerca de 600 mil corretores, mas não existe mensuração de quantos atuam com foco no mercado imobiliário rural e nem outras informações consolidadas. “Por isso, pretendemos trabalhar com muitos dados estatísticos ao longo do tempo. Sabemos que ter informações confiáveis e devidamente tabuladas é importante até para o mercado financeiro, pois gestores e analistas passam a ter mais referências no momento de avaliar ativos para a originação de fundos e de outras operações financeiras”.

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