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ESG orienta comportamento de compra do consumidor, aponta head de negócios do Gad
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Estudo mostra que mais da metade dos brasileiros está disposta a pagar mais por produtos e serviços que façam a diferença na pauta ambiental, social e de governança
A busca de empresas e consumidores por produtos e processos mais sustentáveis é uma tendência crescente e que ganhou os holofotes no mundo todo na última década.
A pauta ESG (da sigla em inglês Environmental, Social and Governance e, em português, ambiental, social e governança), que antes era assunto de mercados financeiros, investidores e relatórios anuais de sustentabilidade, vem ganhando cada vez mais relevância e visibilidade, inclusive na definição de comportamentos de consumo.
“O tema ESG virou farol para atrair consumidores cada vez mais atentos, conectados, impactados e, porque não dizer, preocupados com as necessidades da sociedade e do planeta. E estas atitudes viraram questões disseminadas por todo espectro social, alimentadas por notícias e postagens em redes sociais que trazem assuntos como crise climática, justiça social, pautas de diversidade e inclusão, combate à corrupção, entre outros”, comenta Mari Soccodato, head de negócios da consultoria de marca e experiência Gad.

Executiva com mais de duas décadas de atuação na área de marketing e marcas de empresas como Coca-Cola, Vibra Energia, XP e Raízen, e em agências de Consumer, Entretenimento e Serviços, Mari Soccodato explica que é importante ressaltar que esta preocupação e atenção com a agenda ESG não estão concentradas apenas no topo da pirâmide, mas já têm impactos nos comportamentos de consumo de toda sociedade.
É o que mostra o Indicador Impacto ESG no Varejo, estudo desenvolvido pelo IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) e realizado pela Mosaiclab. De acordo com o levantamento, mais da metade da população brasileira está disposta a pagar de 5% a 20% a mais por produtos e serviços que realmente façam ações efetivas em ESG. Para a proteção do meio ambiente do Brasil, no E de Ecoambiental, o número chega a 59% da população.
Chamam a atenção algumas particularidades da Classe C. Enquanto muitas empresas ainda entendem o conceito de ESG como ligado principalmente à sustentabilidade, para a Classe C alguns pontos se destacam da média da população, especialmente aqueles ligados ao S (de Social) da sigla.
Para este perfil de consumidores, que no Brasil representa 30,3% dos domicílios em 2023, de acordo com levantamento da consultoria de dados econômicos Tendências, são consideradas ações importantes de investimentos ESG aquelas relacionadas à empregabilidade, como o incentivo ao pagamento de salários justos para seus colaboradores, e ações que criem mais oportunidades de emprego.
O tema respeito e dignidade também ganha relevância, como em ações que reforcem a importância de respeitar seus clientes, independente de perfil ou origem; ou ainda iniciativas que incentivem a aceitação e respeito na sociedade em relação à diversidade de gênero, raça, idade, orientação sexual etc.
Consumidores da Classe C também valorizam ações que auxiliem no acesso da população carente à moradia com dignidade, o que envolve saneamento básico e energia elétrica, por exemplo.
A população em geral também anseia em participar de ações que melhorem o mundo: 86% declaram que se soubessem como melhorar mudariam hábitos de consumo para reduzir o impacto eco ambiental.
“Diante destes dados, é importante fazermos algumas reflexões para o futuro, especialmente no varejo. As empresas precisam e devem de maneira contínua, integrada e efetiva, investir e promover uma agenda ESG, em toda a cadeia, e serem claras na mensagem e na informação para os consumidores, indo além da transparência. Só desta maneia é possível ter uma troca verdadeira e uma relação duradoura das marcas com os múltiplos stakeholders do ecossistema do varejo”, analisa Mari Soccodato, do Gad.
Sobre o Gad
“Brand is business”: com esse posicionamento, o Gad é uma consultoria de marca e experiência que atua há mais de 38 anos no mercado brasileiro e internacional com o diferencial de trabalhar marca como negócio, de forma mais permanente, com uma atuação focada na construção da jornada da marca à experiência.
Com mais de mil marcas e projetos desenvolvidos no portfólio, a empresa já ajudou a posicionar e reposicionar grandes companhias como B3, BB seguros, Claro, CPFL, Eletrobras, Fleury, Gerdau, EMS, GRU Airport, Postos BR, Panvel, Vivo, entre outras. Sob o comando do fundador e CEO Luciano Deos, a consultoria conquistou mais de 300 prêmios, como no London International Awards, no Cannes Lions, no Brasil Design Award, além de ser reconhecida como uma empresa Great Place to Work (GPTW) pelo quarto ano consecutivo.
Saúde
“Meu Amigo Espírito Santo” foi o tema da 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias.
Santa Maria, no Rio Grande do Sul, recebeu a 15ª edição da Escola Profética Unção de Elias, que reuniu participantes de diferentes regiões do Brasil e também de outros países e contou com ministrações do apóstolo Joel Engel.
Realizado no Park Hotel Morotin, o encontro teve como foco a Pessoa do Espírito Santo, Sua atuação na vida do cristão e a importância de desenvolver um relacionamento com Ele. Durante as ministrações, o apóstolo Joel Engel conduziu os participantes em uma série de ensinamentos.
A proposta foi levar os presentes a compreender que o Espírito Santo não é apresentado apenas como uma manifestação ou experiência, mas como a presença de Deus que conduz, ensina e transforma a vida daqueles que buscam um relacionamento com Ele.
O profeta Joel Engel também enfatizou a importância de aprender a ouvir e reconhecer a voz do Espírito Santo. Ao longo dos dois dias de programação, realizados nos dias 12 e 13 de setembro, os participantes tiveram momentos de oração e adoração, buscando uma experiência profunda com Deus.
Relatos compartilhados durante o encontro destacaram momentos de renovação espiritual e de busca pela presença de Deus.
Muitos participantes também relataram ter sido cheios do Espírito Santo e vivenciado momentos de grande alegria. A mensagem central do encontro foi o incentivo a uma caminhada mais profunda de relacionamento e comunhão com o Espírito Santo.
Vídeo: https://youtu.be/VI6pyYybuVw
Internacional
O estado de sítio.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição para ser exercido em momentos em que a ordem do Estado Democrático de Direito está gravemente ameaçada. Essa medida de exceção deve ser autorizada pelo Congresso Nacional e já foi utilizada em diversos momentos de nossa história republicana.
Acesse também: Desobediência civil – conceito, surgimento e exemplo
Entendendo o estado de sítio
O estado de sítio é um dispositivo burocrático que faz parte de ações utilizadas pelos governos modernos em situações entendidas como emergenciais. É utilizado pelo governo em situações nas quais a ordem do Estado Democrático de Direito está ameaçada.
Em nosso país, o estado de sítio é uma medida de exceção do governo, e por causa disso possui prazo de atuação limitado, exceto no caso de guerra. Como medida de exceção, o estado de sítio permite que o Executivo sobressaia-se aos outros poderes (Legislativo e Judiciário). Assim, o equilíbrio entre os três poderes é afetado, pois, por ser uma medida tomada em situações de emergência, as decisões tomadas pelo Executivo devem ter ação imediata para garantir a solução do problema.
Em que situações é decretado o estado de sítio?
O funcionamento do estado de sítio no Brasil é definido pela Constituição Federal promulgada em 1988. O texto constitucional trata sobre essa questão do artigo 137 ao artigo 141. Basicamente, a Constituição brasileira define que o estado de sítio poder ser decretado em três situações:
Comoção grave de repercussão nacional;
Fracasso das medidas tomadas no estado de defesa;
Declaração de guerra ou resposta à agressão armada estrangeira.
O decreto do estado de sítio só acontece se o presidente seguir o seguinte roteiro: primeiro, ele deve consultar o Conselho da República e o Conselho da Defesa. Uma vez feita a consulta (o papel dos dois conselhos é apenas opinativo), o presidente deve encaminhar pedido de estado de sítio para o Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O estado de sítio só pode ser implantado no Brasil caso seja aprovado no Congresso Nacional.
O Congresso Nacional deve reunir-se em até cinco dias para votar a aprovação desse pedido. Para ser aprovado, a solicitação de estado de sítio deve ter maioria absoluta (50% +1) entre os parlamentares. Caso seja rejeitada, naturalmente, a medida não entra em vigor.
O estado de sítio é um dispositivo burocrático definido pela nossa Constituição.
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Proptech pretende revolucionar vendas de propriedades agrícolas
Empreendedora Geórgia Oliveira lança Chaozão para suprir falta de canais digitais do setor que já conta com mais de 6 mil propriedades, que vão de R$ 100 mil a R$ 4,50 bi
Primeira proptech especializada em anúncios de compra e venda de propriedades rurais, o portal Chaozão, já conta com os mais variados imóveis rurais que vão de R$ 100 mil a R$ 4,5 bilhões, um total de 6 mil propriedades. Ele nasce com a missão de utilizar a tecnologia para inovar e otimizar a dinâmica do mercado imobiliário do agro e foi criado para suprir a falta de canais digitais voltados especificamente para a compra, venda e arrendamento de fazendas, sítios, chácaras, ranchos e haras.
Criado por Geórgia Oliveira, que atuou por 17 anos em multinacionais de grande porte e mais de 14 anos no mercado imobiliário como executiva comercial e empreendedora. Ao longo de sua carreira, ela fez importantes alianças e parcerias de sucesso, que foram fundamentais para o resultado expressivo obtido no mercado imobiliário (urbano e rural) que somam mais de R$ 1 bilhão de VGV entre projetos desenvolvidos e vendas realizadas.
Agora Geórgia quer transformar o Chaozão em referência quando o assunto é imóvel rural. “Diferente do mercado tradicional, que é mais organizado e conta com grandes plataformas, no agro nunca houve um player que se tornasse referência neste aspecto. Se uma pessoa quer comprar uma casa é fácil, tem muitos portais especializados e anúncios disponíveis. Mas adquirir ou arrendar uma propriedade rural é bastante difícil dentro destas plataformas convencionais, pois as mesmas não foram feitas para o mercado rural”, diz.
Geórgia explica que comprar uma propriedade rural é bem diferente. Enquanto para adquirir uma casa ou apartamento é preciso informações como quantidade de quartos, se tem ou não suite, se aceita pet ou não, tamanho em metros quadrados, entre outros, para comprar uma fazenda são explorados aspectos bem distintos. Por exemplo, não se fala em metros quadrados e sim em alqueire ou hectare. A propriedade rural possui qual aptidão? Lavoura, pecuária, floresta? Se planta, planta o que, arroz, soja, milho? No portal, os dados aparecem de forma detalhada e organizada.
“Eu trabalho há anos no mercado imobiliário e foquei neste segmento. Vendo essa dor, que é a grande dificuldade de conectar quem está comprando com quem está vendendo, é que surgiu a ideia de criar o Chaozão, que foi concebido para ser justamente um ambiente tecnológico específico para o ramo. Somos uma agrotech, empresa de tecnologia voltada para o agro e ao mesmo tempo uma proptech voltada para o mercado imobiliário”. O Chaozão não é uma imobiliária e sim um portal onde não só empresas como também corretores e proprietários desse tipo de imóvel podem anunciar e também buscar propriedades.
Hoje, se um cliente de São Paulo quiser comprar uma fazenda no Tocantins, ele só conseguirá caso conheça alguém do meio ou da região. É um processo trabalhoso e dispendioso, que se tornará mais simples com o portal. A CEO do Chaozão explica que outra meta é transformar o portal em referência quando o assunto for estatísticas do segmento de imóveis rurais.
De acordo com ela, o Brasil conta com cerca de 600 mil corretores, mas não existe mensuração de quantos atuam com foco no mercado imobiliário rural e nem outras informações consolidadas. “Por isso, pretendemos trabalhar com muitos dados estatísticos ao longo do tempo. Sabemos que ter informações confiáveis e devidamente tabuladas é importante até para o mercado financeiro, pois gestores e analistas passam a ter mais referências no momento de avaliar ativos para a originação de fundos e de outras operações financeiras”.
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