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Turismo

Abreu realiza roadshow com foco no destino Marrocos

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Ação no interior de SP contou com parceria da TAP Air Portugal e do órgão de turismo do país

Na última semana, a Abreu, uma das maiores operadoras de viagens do país, realizou um roadshow no interior de São Paulo com foco na promoção e capacitação do destino Marrocos. As cidades que receberam a ação foram: São José do Rio Preto, Bauru e Ribeirão Preto. No total, mais de cem agentes de viagens foram treinados sobre o destino africano.

O roadshow contou com apoio da companhia aérea TAP Air Portugal e do Turismo do Marrocos. Estiveram presentes nas capacitações Luca Souza (gerente de produtos internacionais da Abreu), Isabel Indolfo (gerente da filial Abreu no interior de SP), Marcela Luize e Marcos Menezes (promotores da Abreu), além de Mohamed Amine Eljoudani (diretor de turismo do Marrocos no Brasil).

“O Marrocos sempre esteve no ‘top 5’ de destinos exóticos mais desejados por parte dos clientes Abreu. São turistas que buscam destinos com novas culturas, arquitetura diferenciada e gastronomia rica, então realizar este tipo de ação é fundamental para capacitar os nossos agentes de viagens sobre os principais produtos e novidades que o Marrocos tem para oferecer aos brasileiros”, destaca Adriana Boeckh, diretora de comunicação e marketing da Abreu no Brasil

VIAGENS PRECIOSAS TURBO

Até o final de maio, a Abreu promove a campanha Viagens Preciosas Turbo. Nesta edição, inclusive, os agentes que venderem passagens aéreas para o Marrocos voando com a TAP Air Portugal pontuam quatro vezes mais.

Com novo nome e novas regras, a Viagens Preciosas Turbo teve início em 1º de março e vai até 31 de maio. Ao final da campanha, os dez agentes que mais pontuarem ganharão uma viagem com direito a passagens aéreas, hospedagem, traslados e passeios.

O resultado final do ranking de pontuação será divulgado no site a partir de dez dias após o final de cada campanha. Para mais informações, cadastro e consultas ao regulamento, acesse www.viagenspreciosasabreu.com.br.

Sobre a Abreu

A Abreu é uma operadora de turismo especialista em levar passageiros aos melhores destinos ao redor do mundo. Com mais de 180 anos de experiência, possui um profundo conhecimento do mercado e trabalha com os melhores fornecedores de viagens, sempre desenvolvendo produtos exclusivos e personalizados para Brasil, América Latina, Estados Unidos, Europa, Oceania e outras partes do mundo.

Para atender às variadas demandas dos clientes de todo o Brasil, a Abreu conta com equipes comerciais em oito cidades (Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Curitiba e São José do Rio Preto), todas bem preparadas para atender com excelência às agências de viagens. A operadora possui ainda um departamento exclusivo para grupos e uma plataforma online de vendas para as agências parceiras.

Por conta da alta qualidade dos seus produtos e serviços, a operadora de turismo já foi premiada inúmeras vezes nos países com os quais mantém relações comerciais e institucionais. Acesse www.abreutur.com.br.

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Celebridades

Réveillon em Balneário Camboriú abre a temporada de cruzeiros em Santa Catarina.

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Balneário Camboriú deu início oficialmente à temporada de cruzeiros 2025/2026 durante o Réveillon, consolidando-se como um dos principais destinos do turismo náutico no Brasil.

A temporada segue até 2 de abril de 2026 e deve movimentar cerca de 160 mil passageiros ao longo do período.

Ao todo, o município receberá 47 escalas de navios, com roteiros que incluem destinos nacionais e países da América do Sul, fortalecendo ainda mais a posição estratégica da cidade no cenário turístico internacional.

 

Um dos primeiros navios a atracar em Balneário Camboriú foi o Seabourn Venture, que chegou à cidade com origem no Rio de Janeiro e destino a Montevidéu, capital do Uruguai, marcando o início de um ciclo promissor para o setor.

A prefeita Juliana Pavan destacou a importância da temporada para o desenvolvimento econômico e turístico do município.

“Esta temporada colocará Balneário Camboriú em um setor de destaque no turismo náutico do Brasil, contribuindo diretamente para impulsionar a economia local. O município se preparou para ampliar o turismo de cruzeiros e oferecer uma experiência turística de altíssima qualidade”, afirmou o secretário de Turismo, Evandro Neiva.

 

Nesta temporada, Balneário Camboriú passa a integrar o seleto grupo de cidades brasileiras com porto de embarque e desembarque, ao lado de Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Maceió (AL) e Itajaí (SC). O primeiro embarque oficial a partir da cidade acontece em 26 de janeiro de 2026, com destino a Punta del Este (Uruguai), a bordo do navio Preziosa.

Com estrutura ativa há sete temporadas, o porto de embarque e desembarque funciona como uma ampliação do Atracadouro Barra Sul, contando com a atuação de autoridades federais responsáveis pela fiscalização e controle aduaneiro. O espaço foi projetado para garantir eficiência e segurança, com áreas separadas para embarque e desembarque, sistemas de escaneamento de bagagens, fluxos organizados e controle integrado de segurança e saúde.

Para a diretora executiva do Atracadouro Barra Sul, Juliana Tedesco, o impacto da operação vai além do turismo marítimo.

“Com o alfandegamento, teremos a presença de cruzeiristas por mais tempo na cidade, já que muitos chegam antes do embarque e permanecem em Balneário Camboriú após o desembarque, beneficiando toda a cadeia produtiva do turismo”, ressaltou.

 

Impacto financeiro positivo

A presença dos cruzeiristas representa um impacto expressivo na economia local. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (CLIA Brasil), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), cada passageiro gasta, em média, R$ 710 nas cidades de escala. Já nos municípios com porto de embarque e desembarque, o gasto médio sobe para R$ 920 por pessoa.

Com números expressivos, infraestrutura moderna e uma temporada promissora, Balneário Camboriú reafirma seu protagonismo no turismo de cruzeiros e fortalece sua imagem como destino completo, sofisticado e preparado para receber visitantes do mundo inteiro.

 

FONTE:   Mathaus   Sanches

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Turismo

Tudo que Você Precisa Saber Antes de Fazer um Safári na África

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Um safári na África é uma experiência transformadora que oferece encontros únicos com a vida selvagem e paisagens deslumbrantes. No entanto, para garantir que a aventura seja segura e gratificante, é essencial estar bem preparado. A seguir, reunimos informações e dicas valiosas com a ajuda de Carol Caro, especialista em destinos exóticos e líder da Excursy, agência especializada em safáris africanos.

1. Escolha do Destino

“A África é um continente vasto com uma variedade incrível de parques nacionais e reservas de vida selvagem”, explica Carol. Os destinos mais populares incluem o Parque Nacional Serengeti na Tanzânia, conhecido pela migração anual, e o Parque Nacional Kruger na África do Sul, que oferece uma das melhores infraestruturas para visitantes. Outras opções incluem o Delta do Okavango em Botsuana e a Reserva Nacional de Masai Mara no Quênia.

2. Melhor Época para Visitar

A melhor época para um safári varia dependendo da região e do que você espera ver. “Para quem deseja observar a grande migração na Tanzânia, os melhores meses são de julho a outubro. Já para avistar predadores em ação, os meses de estiagem, geralmente de junho a outubro, são ideais, pois os animais se reúnem em torno dos poucos pontos de água”, aconselha Carol.

3. Saúde e Vacinação

Antes de embarcar para a África, é crucial verificar as vacinas necessárias. “Vacinas contra febre amarela, tétano e hepatite A são geralmente recomendadas, além da profilaxia contra malária em áreas endêmicas”, informa Carol. Além disso, é recomendável contratar um seguro viagem que cubra condições médicas emergenciais.

4. O que vestir no Safari

  • A melhor maneira de se aproximar da vida selvagem é misturar-se o máximo possível com o ambiente, tornando-se neutro. Use roupas verdes, marrons e cáqui para não atrair atenção desnecessária. Para a África do Sul, cáqui é a cor recomendada.

  • Os tecidos leves e respiráveis minimizam o ruído ao caminhar. As camadas são uma ótima maneira de levar luz, mas permanecer aquecido. As temperaturas podem ser amenas nos safaris matinais, quentes à tarde e frias à noite. As camadas permitem que você remova a roupa para ficar confortável conforme as temperaturas flutuam.
  • Camisas arejadas de mangas compridas com gola protegem seus braços e pescoço do sol.
  • Calças de combate são perfeitas com muitos bolsos para guardar sua câmera, protetor solar e binóculos.
  • Uma jaqueta leve ou lã é ótima para uma camada extra de calor caso você precise. O velo é ótimo porque também seca rápido.
  • Os tênis confortáveis são adequados para a maioria dos safáris, até mesmo para safáris a pé. Você pode esperar entrar e sair do veículo de safári com frequência e fazer algumas caminhadas leves pelo mato.
  • Os chapéus são uma forma fantástica de proteger a cabeça e o rosto do sol em um veículo de safári aberto e têm o benefício adicional de reduzir o brilho para uma melhor visualização da caça.
  • Óculos de sol devem ser usados para bloquear os raios nocivos e os óculos polarizados cortam o brilho para garantir que você não perca nada.
  • Não se esqueça de levar traje de banho se sua pousada tiver piscina.

O que NÃO vestir no Safari

  • Não traga roupas de cores vivas ou estampas ocupadas. Isso chamará a atenção para você e assustará a vida selvagem
  • Evite roupas camufladas, pois alguns países africanos reservam esse padrão apenas para militares.
  • As cores escuras atraem o tsé-tsé, então fique longe de roupas azuis escuras ou pretas – elas causam uma mordida dolorosa!
  • Roupas claras mostrarão rapidamente a sujeira e manchas, já que em ambientes naturais é comum encontrar poeira, lama e sujeira.

Respeito à Vida Selvagem e às Normas Locais

O que fazer:

  • Siga as regras e regulamentos do parque. 
  • Ouça o guia e siga as instruções dadas por ele. É vital respeitar as regras do parque e manter uma distância segura dos animais em seu habitat natural. 
  • Respeite os animais e mantenha uma distância segura. 
  • Observe os animais com calma e evite fazer barulhos altos ou movimentos bruscos.
    Embale todo seu  lixo e jogue em local adequado. 

O que NÃO fazer:

  • Alimentar os animais ou deixar a comida sem vigilância.
  • Aproxime-se muito dos animais ou tente tocá-los.
  • Faça barulhos altos ou movimentos bruscos que possam assustar os animais.
  • Use fotografia com flash ou perturbe os animais durante os momentos de descanso ou alimentação

“Lembre-se de que estamos em seu habitat e devemos observá-los sem interferir em seu comportamento natural”, enfatiza Carol. Também é importante apoiar práticas de turismo responsável que contribuam para a conservação ambiental e para o bem-estar das comunidades locais.

6. Escolha do Guia e do Operador de Safári

Um bom guia faz toda a diferença em um safári. Opte por operadores de safári com boas avaliações e que empreguem guias locais experientes. “Guarde um tempo para pesquisar e escolher um operador que respeite as diretrizes de turismo sustentável e sua segurança pessoal”, recomenda Carol.

Conclusão

Um safári africano é mais do que uma viagem; é uma imersão em um mundo diferente que exige preparação e respeito pelo ambiente e pelas culturas locais. Com essas dicas de Carol Caro da Excursy, sua aventura na África certamente será inesquecível e enriquecedora.

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Turismo

Nova Zelândia é o 7º destino educacional na preferência dos estudantes brasileiros

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(Lançamento dos dados aconteceu na sede da Pearson, em São Paulo, e foi acompanhada por agentes do setor. Imagem: gráfico extraído da apresentação realizada pela Belta)

  • Qualidade de ensino das Instituições educacionais da Nova Zelândia reflete na pesquisa da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta) apresentada nesta quinta-feira (23/05); mapeamento foi realizado entre março e abril de 2024 com estudantes e agências de intercâmbio de todas as regiões do Brasil

De acordo com pesquisa da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association) divulgada nesta quinta-feira (23/05), a Nova Zelândia ocupa a sétima posição na lista dos destinos educacionais preferidos por estudantes brasileiros. A apuração feita pela Belta, que reúne empresas do setor de intercâmbio no Brasil, ouviu 836 intercambistas e 569 agentes de educação internacional.

(Imagem: gráfico extraído da apresentação realizada pela Belta)

A escolha do destino é justificada pelas ótimas posições da Nova Zelândia em diversos rankings internacionais de qualidade de vida, educação, proteção de direitos civis, transparência governamental e segurança/direitos para as mulheres. Outros fatores também indicam o país como uma escolha acertada: a legislação que permite estudar e trabalhar durante o intercâmbio, a facilidade de obtenção de visto e a existência de belezas naturais e atrações culturais.

(Fatores que influenciaram a escolha do destino internacional.
Imagem: gráfico extraído da apresentação realizada pela Belta)

O principal objetivo dos estudantes ao participar de um intercâmbio é poder realizar o sonho de conhecer países e culturas diferentes (39,6%); e o segundo é o interesse de investir em idiomas (27,2%), sendo que a maioria (77%) escolhe estudar a língua inglesa ao viajar.

A qualidade de ensino é mais uma das razões indicadas pelos pesquisados ao escolherem a Nova Zelândia. Todas as universidades do país estão ranqueadas entre as 2% melhores do mundo pelos principais índices internacionais, como QS World Universities e THE – Times Higher Education.

Índices favorecem posição

Os dados da Pesquisa Selo Belta 2024 reforçam a indicação internacional do índice Better Life, que mede variáveis que compõem a qualidade de vida de países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Nessa apuração, a Nova Zelândia figura como um dos melhores países do mundo para se viver, apresentando expectativa de vida de cerca de 82 anos, um ano a mais do que a média da OCDE.

O pequeno país da Oceania também é reconhecido como uma das nações que melhor educa para o futuro – o país ocupa a terceira posição (é primeiro entre os países de língua inglesa) do ranking mundial realizado e divulgado pela revista The Economist.

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